sábado, 7 de fevereiro de 2015

Ele prometeu que de ontem não passava


E não passou. 

(Não sei se ria, se chore)

Xô tentação

Ontem à noite reuni umas amigas aqui em casa para uma demonstração da nova Bimby. A agente que me vendeu a minha há uns anos, e que entretanto se tornou amiga, andava há que tempos a oferecer-se e, prontoS, foi ontem. Só vos digo que de repente dei por mim a olhar para a minha Bimby como se estivesse a olhar para um Datsun de 1978. Oh pá.... a nova é tão linda, tão silenciosa, tão estável, tão automática, tão moderna, tão grande, tão tudo... queeeeeroooooooooo!!!

Os cozinhados per si, não me deslumbraram porque, na prática, esta faz exactamente as mesmas coisas que a minha, pelo que a limonada, o sorvete de fruta, a tarte de maçã com massa quebrada feita num minuto ou o (delicioso) bacalhau com espinafres, não foram novidade para mim. MAS, tal como num coração de mãe há sempre lugar para acolher mais um filho que nasça, na minha cozinha também há espaço para duas Bimbys, a vintage e a nova, coabitarem alegremente.

Comprar uma agora está fora de cogitação e quando ela me acenou com a possibilidade de me tornar vendedora para ganhar uma, tenho a certeza que as minhas pupilas deram lugar a duas grandes estrelas douradas!
Diz ela que se nos inscrevermos, basta vendermos 6 para que a nossa esteja paga. Ai, não sei, não! Se por um lado acho que não tenho o menor jeitinho para a área comercial, por outro, o produto é francamente bom e vendável, pelo que não me parece que 6 vendas sejam algo assim tãããão complicado de se alcançar.

Decisions, decisions...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Já paravas de tremer, Lado B




Post perceptível apenas por quem tenha nascido antes de 1985




Ontem em conversa com Santo Marido falei-lhe das inúmeras viagens de comboio que fiz em miúda, acompanhada da minha querida avó e da minha irmã, entre Lisboa e Coimbra. Viagens que, na altura, obrigavam a trocas de linha, umas vezes no Entroncamento, outras na Pampilhosa e que duravam horas e horas. 
Isto quando, por algum motivo, o comboio não parava no meio do nada, e por ali ficava o tempo necessário (às vezes horas) até que se pudesse seguir viagem. 
Claro que a minha avó, mulher prevenida, levava sempre farnel (como eu adorava aqueles farnéis!) e, não raras vezes, ajudou a matar a fome a passageiros mais incautos que achavam que farnel era coisa de matarruanos parolos. Era, era, quando o comboio parava e a fome atacava, aqueles pastelinhos de bacalhau sabiam que nem ginjas! =) 

As recordações destas viagens são das mais doces que guardo da minha infância, não só pela animação que era andar de comboio, mas também porque significavam férias e longos dias (ou semanas e às vezes meses, que na minha altura as férias grandes eram mesmo grandes!) de pura felicidade em casa da avó, com os primos todos e os miminhos insubstituíveis que ela nos dava. 

Amava aqueles comboios cujas carruagens eram divididas por compartimentos, tipo salinhas, com uma porta de correr em vidro que dava para o corredor. Já devem ter desaparecido há alguns 20-25 anos... 
Pois que lhos descrevi detalhadamente mas o grande sonso diz que não se lembra, que, ou nunca andou ou então que eu sonhei! Olha-me este!

Atirei-me ao Google à procura dos benditos comboios, desvirei a internet e não encontrei uma única referência aos mesmos. Nem no site da CP, nada, nicles! Que tristeza!

O máximo que encontrei foram estas imagens, que sequer correspondem a comboios portugueses mas que, pelo menos, já servem para lhe mostrar quem é que anda aqui sonhar. 



Sonho sim, mas com ele a pôr a lâmpada da casa-de-banho que continua à média luz. 

Ahahahahahahah

Se acham as vossas manhãs cruéis e geladas, cliquem AQUI e vejam se não há quem comece o dia de maneira muito, mas muito pior!

[bom dia!]

Eu não tenho culpa, estas coisas é que vêm ter comigo!

Eu juro que não quero ser má-língua mas que posso eu fazer se estou sossegadinha a fazer a minha ronda facebookeana e dou de caras com esta imagem? 

Como ignorar este anúncio fantástico, estes maravilhosos pés peludos com calos nos dedos mindinhos e as unhas delicadamente pintadas? Como, senhores? 


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

A melhor surpresa do dia

Fazer login no Wareztuga e ver que tinha lá, prontinho, à minha espera, um novo episódio da minha Anatomia de Grey.

Para uma viciada como eu, que andava a ressacar há mais de 2 meses, foi mesmo uma surpresa do catano!

E o melhor? Amanhã já sai o próximo!

Crise matrimonial à vista

Santo Marido, não anda a cumprir com os seus deveres conjugais.

Esta lâmpada está fundida vai para uma semana, não se troca sozinha e é, indiscutivelmente, o tipo de dever que lhe compete.

É que estou farta de ter a casa de banho quase às escuras, uma pessoa nem consegue ler uma revista na hora H ou maquilhar-se devidamente!

Já lhe pedi para cima de 30 vezes para comprar a bendita lâmpada e tratar do assunto mas todos os dias  o homem se esquece. Caramba, que paciência tem limites e, como se sabe - e ele sabe-o melhor que ninguém - eu sou uma pessoa que sofre dos nervos.

Não sei não, mas acho que hoje alguém vai dormir no sofá. E não sou eu.


A blogosfera é um lugar estranho

A piada que eu acho quando uma blogger não publica um comentário, identificado e escrito com educação, como é meu apanágio, só porque não tem argumentos para o rebater.

Confesso que me surpreendeu, uma vez que tenho plena noção que o mesmo não era, de todo, ofensivo ou mal-intencionado, nem o assunto, sequer, melindroso.

Ainda para mais num blog cuja autora  é conhecida por ter sempre resposta para tudo, que dê lá por onde der, tem sempre que mostrar que fica por cima. Faz parte da imagem blogosférica que construiu.

Quando não tem resposta ou não pode mostrar que fica por cima, simples, não publica, que isto, parecendo que não, não são só blogs e há toda uma reputação a manter =)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Opá isto é SÓ espectacular

É só colocar a nossa data de nascimento e viajar pelas músicas da nossa vida. E o mais incrível é que bate tudo certinho!

Amei, amei, amei!

Obrigada Retrojam!

www.retroj.am

O que importa é que a malta se entenda

Entre ontem e hoje estive envolvida em duas conversas, com diferentes intervenientes, nas quais se passou o seguinte:

- Uma dizia méstrado, a outra mestrado.
- O mesmo com Ikeá ao que a outra respondia com Ikeia.

Horas mais tarde, vi-me no mesmo filme mas com uma a dizer intoccicação e a outra, intoxicação.

Isto, parecendo que não, na prática, é estranho, muito estranho.

De boas intenções está o Tallon cheio #2

No Sábado pus-me a fazer doce de abóbora com amêndoa. Para que conste, eu sou LOUCA por doce de abóbora com amêndoa! 

Estou a fazer dieta e, em vez de fugir de doces a 7 pés, ainda me dou ao trabalho de passar uma tarde inteira a fazê-los. 

O pior? O pior é que me saboto com desculpas esfarrapadas que vendo descaradamente a mim própria, qual vendedor de sonhos:

- que tinha ali a abóbora a estragar-se (como se não a pudesse congelar para fazer sopa, por exemplo);
- que fiz o doce com açúcar amarelo que não é tão nocivo quanto o seu congénere branco (como se isso o tornasse em algo indicado para consumir quando se quer perder 10 quilos);
- que era para guardar e ir consumindo ao longo de meses;
- que me iria controlar e comer tipo uma colherzinha de quando em vez;
- que ofereceria os frascos quase todos a familiares e amigos (sim, ofereci UM frasco à minha irmã);

Enfim, todo um rol de desculpas para encher a cozinha com mais uma gordice.

E hoje, que acordei com uma fome descomunal, comi não um, mas DOIS pãezinhos com doce.
Com a desculpa (mais uma vez, esfarrapada) que o Tallon me disse para só me controlar a sério a partir da hora do lanche, como se isso me desse permissão para morfar dois pães com doce ao pequenp-almoço!

Eu não tenho mesmo emenda possível. A sério que não. 

Se dúvidas houvesse


Night, night! 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

(...)

Porque não existe nada que se possa dizer perante um cenário destes.





Tardou mas chegou - finalmente - o dia


Em que me libertei, com todas as letras, de uma amizade que me fazia mal. Que estava imersa em más energias. Que me sugava a boa-disposição até ao tutano. 

Que me sirva de lição, ao menor sinal:
- pessoas com tendências obsessivas, controladoras, doentias - longe!
- cobradores de amizade - muito, muito longe!
- pessoas que não respeitem a minha individualidade - noutra galáxia!

Sem medos, porque permitir que uma pessoa assim entre nas nossas vidas pode trazer resultados catastróficos ao nosso equilíbrio. 

Livre! Finalmente L-I-V-R-E! 




















e por último:


Impaciente, eu?

Sou aquele tipo de pessoa que começa a ler as revistas pelo fim.
Que, não raras vezes, vai dar uma espreitadela à última página do livro que está a ler.
Que adora spoilers. Que procura por eles!
Que não acompanha as séries na televisão porque na net consegue ver os episódios mais recentes.
O mesmo para a novela da noite, a Império, que vejo num site brasileiro.
Que se passa quando demoram a atender uma chamada telefónica.
Que se corrói por dentro quando tem que enfrentar uma fila.
Que odeia esperar, de um modo geral.
Que, desde que se conhece por gente, move mundos e fundos para descobrir, o quanto antes, o que é aquele presente que alguém lhe comprou. E que normalmente consegue. E que faz a maior cara de surpresa quando finalmente lho dão.
Que tirou a carta de condução em duas semanas, numa escola cujas aulas funcionavam em regime intensivo, de 8h por dia, 5 dias por semana porque não tinha pachorra para andar a fazer aquilo às mijinhas de uma hora por dia por não sei quantos meses.
Que comprou uma bateria supersónica para carregar o telefone mais rápido.
E que nunca apanha o Intercidades quando pode ir de Alfa para ganhar 10 ou 15 minutos.
Que nunca vai pela estrada nacional se pode apanhar uma auto-estrada.
E em tantas, tantas outras coisas.

Só não escolho o regime intensivo, seja do que for, quando não dá. Ou quando o resultado final pode ser inferior ao normal. Nem sei como consegui levar as minhas gravidezes até ao fim! :D

Ontem, Santo Marido, disse-me que eu era a pessoa mais impaciente à face da terra. E, aqui entre nós, devo admitir que talvez ele tenha razão...

Um negócio dos bons!

Hoje tive conhecimento do negócio do ano, para não dizer, do século:

— alugar filhos!

Sim, leram bem.

Então e como funciona isso, Lado B? Simples, simples, o único requisito é ter um filho cuja idade não exceda os 24 meses. Passo a explicar:

A pessoa leva a sua cria até à porta da Segurança Social ou de uma Loja do Cidadão, onde o comum dos mortais tem que enfrentar uma fila de 300 pessoas até ser atendido, e aluga o filho para que as pessoas tenham prioridade. O cliente paga, leva a criança, é atendido, sai e devolve a criança à mãe (ou pai), que está cá fora à espera.

Ao que sei é um negócio em franca expansão, não só porque cada aluguer ronda os 15-20€ (multiplique-se isto a um dia inteiro) mas também porque é uma actividade isenta de impostos.

Adoro pessoas com ideias inovadoras, adoro! 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Literalmente




Mas não pensem que se livram de mim, hoje estou aqui, escondidinha, no recato do lar, mas amanhã volto em força e retomamos o registo habitual ;) 

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Há uma linha que separa

Os blogs que gostava de ler até há uns dois ou três anos, dos que gosto de ler agora. A ideia que tenho é que quando os blogs crescem e se tornam (muito) conhecidos, perdem o interesse. Pelo menos, para mim, perdem, é um facto.

Ando por cá há 8 anos, vi nascer muitos dos blogs que atingiram o estrelato e que, a meu ver, só eram bons até lá chegar. A partir daí acho que sobrevivem mais graças à fama que conquistaram do que propriamente pelo conteúdo, tantas vezes oco, desinteressante, altamente pretensioso e carregado de snobismo. Muitas vezes me questiono como é que algumas bloggers continuam a ter quem as siga quando escrevem posts tão arrogantes e se atrevem a tratar tão mal quem se limita a não concordar com elas (excluindo, obviamente, os comentadores estúpidos e mal-educados).

Isto para não falar que a maioria se vendeu/rendeu à publicidade, 99% das vezes, encapotada. Despersonalizaram-se completamente. Comparo-os aos novos ricos.

E tenho pena. Tenho mesmo, mesmo, muita pena.

Pergunto-me como é que x blogger, que era tão porreira, se transformou no que é hoje, com ares de diva, no pior sentido da palavra.
Importa salientar que não me refiro a ninguém em particular. Estou a falar de um modo geral.

Desde que criei o Lado B, tenho feito descobertas incríveis no que diz respeito a blogs, posso dizer que a fé na blogosfera, que julgava perdida, renasceu.

La crème de la crème da blogosfera não são os ditos blogs famosos, são estes!

Blogs bons, simples, isentos, despretensiosos, tudo aquilo com que me identifico e que julgava não existir mais de tão ligada que estava ao meu "Lado A" do blogo-mundo. Sem dúvida que este é o meu lado preferido. O que me faz sentir "em casa".

Estava presa a números mas percebo agora que os número de visitas ou de seguidores não são n-a-d-a quando comparados ao prazer e à excelente experiência de poder voltar a ser simplesmente EU.

Bom Domingo pessoas =)


Um misto de nervos, ansiedade e orgulho



Boa sorte amor!