quarta-feira, 4 de março de 2015

Apanhem aí o meu queixo, please, acho que caiu algures aos vossos pés

Já ouviram falar em Anna Allen? A actriz espanhola que foi à cerimónia dos Óscares?



Pois que a fulana queria ver a sua carreira de actriz reconhecida a qualquer custo, então vai de inventar que esteve nos Óscares e forjar fotos na red carpet, enviando-as de seguida para a imprensa. Mas não ficou por aqui! Ainda se deu ao luxo de dar entrevistas, dizendo o quão feliz estava, que tinha conversado com o Neil Patrick Harris, que este era um grande admirador do seu trabalho e mimimi, pardais ao cesto.
Acontece que foi apanhada na curva... afinal, ela não sabia mas existem pessoas capazes de distinguir fotos reais de fotos photoshopadas.

Daí a apanharem no Instagram e no Twitter foi um saltinho - as fotos que ela partilhava nas redes sociais, onde tinha milhares de seguidores, eram quase todas forjadas! 

A história toda pode ser lida AQUI AQUI. Vão por mim, vale a pena a leitura. =) 



Entretanto, atirem para cá o meu queixo sff, é que estou farta de olhar para baixo e não o encontro, deve ter rebolado, tamanha foi a perplexidade do coitado! 

segunda-feira, 2 de março de 2015

Crianças do 1º ciclo "trabalham" mais do que os adultos

Aqui está a razão pela qual os TPC dos meus filhos são "quase feitos por mim".
Sim, ajudo-os a despachar aquilo no menor tempo possível para que possam usufruir das horas ao final do dia a que têm direito e não tenho o menor problema em o assumir perante quem quer que seja, inclusivamente perante o colégio e respectivas professoras que conhecem perfeitamente a minha posição face ao assunto.
Isto para não chegar ao ponto - à semelhança do que fez uma amiga minha - de enviar um recado à professora a informar que só aceita trabalhos de casa ao fim-de-semana, uma vez que só chega a casa às 19h e que entre banho, jantar e brincar não há tempo para TPC.
O tempo em família tem que ser respeitado. É de lamentar profundamente que raros sejam os professores que o respeitem.

"Muitas crianças portuguesas entre os seis e os dez anos trabalham como alunas tanto ou mais do que os adultos, com oito horas diárias na escola a que muitas vezes acrescem trabalhos de casa "repetitivos e inúteis", defendem especialistas.

"A vida das crianças a partir dos seis anos não pode funcionar só a partir da escola. A escola é muito importante, mas a educação informal e os momentos de lazer e o brincar são fundamentais", argumenta Maria José Araújo, investigadora da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto.
Vendo o tempo médio de trabalho de um adulto, entre 37,5 a 40 horas semanais, percebe-se que muitas crianças trabalham no seu ofício de alunas tanto como um trabalhador adulto. Contudo, enquanto o trabalho profissional dos adultos é seguido de descanso para a maioria das pessoas, o trabalho escolar é cada vez mais desenvolvido dentro e fora da sala de aula, nota a investigadora, em declarações à agência Lusa.
Opinião idêntica revela o pediatra Mário Cordeiro, para quem as crianças trabalham mais do que os adultos: "Qualquer sindicato das crianças, se existisse, nunca permitiria tamanha carga horária".
O tempo para brincar, descansar e preguiçar é, segundo os especialistas, subvalorizado.
"A cultura escolar sobrepõe-se à cultura lúdica", refere Maria José Araújo, que lamenta que o tempo livre das crianças seja invadido pela escola, não deixando que a criança possa descansar e escolher o que fazer.
Trata-se sobretudo da forma como as atividades são estruturadas, já que mesmo as atividades de enriquecimento curricular são pensadas em termos de escolarização.
"O ensino formal é muito importante e devemos estimular as crianças para isso. Mas depois de cinco horas de atividade letiva, é preciso descansar e brincar. As outras atividades que as crianças realizem devem ter uma metodologia lúdica", defende.
Atualmente, a escola e a família parecem ter esquecido que a brincar se "aprende muito": "as crianças não brincam para aprender, aprendem porque brincam. Brincar é viver, para as crianças. É necessário respeitar a cultura lúdica e as culturas da infância".
Repetir em casa o que se fez na escola, prolongando o tempo de trabalho escolar, é um dos erros que se tem vulgarizado, defende.
"Os TPC [trabalhos para casa] são muitas vezes repetitivos e inúteis. Meninos de seis e sete anos andarem a repetir letras e fichas, com o argumento de que eles gostam e precisam, devia ser proibido, como acontece já nalguns países", sustenta Maria José Araújo.
Contudo, a investigadora diz que é necessário distinguir entre estudar e fazer TPC: "Estudar é importantíssimo e deve ser ensinado e incentivado. Deve ser mostrado isso às crianças. Mas estudar tem de ter a adesão voluntária de quem o faz. Já os TPC repetitivos podem ajudar a mecanizar, mas afastam a criança do sentido e do valor do conhecimento".
Para Maria José Araújo, os TPC, a existirem, devem ser feitos na escola, eventualmente no apoio ao estudo e nada mais, até porque "representam muito em termos de tempo que ocupam, mas muito pouco em termos de estímulos cognitivos".
"Na verdade, se os TPC, tal como os conhecemos, ajudassem as crianças a ter sucesso escolar já se teria notado", indica, sugerindo que se deve antes ajudar as crianças a compreender o significado do conhecimento e das diferentes formas de aprendizagem.
"Saber não é só repetir e há muitos educadores que apostam mais nesta versão", defende.
Também para o pediatra Mário Cordeiro, a escola, onde os meninos permanecem tanto tempo, tem a obrigação de ensinar "sem invadir o espaço-casa, onde as crianças devem estar sem pressões".
"Os TPC diários, na versão 'mais do mesmo', são uma invasão da privacidade, na pior hora possível para a família e quando o aluno não tem capacidade de resposta, originando stress familiar e pessoal. Deviam ser abolidos", defende Mário Cordeiro."

    in DN

É uma dose de morfina aqui para a mesa do canto, sff.

Pois que a última semana e meia não foi propriamente fácil. Então a cereja no topo do bolo chegou hoje, por email, com data limite de pagamento até AMANHÃ! A sério, estes tipos da EDP só podem andar a gozar com a cara do pessoal.




quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Uma pessoa está guardada para cada uma

Ontem fui com os minis ao cinema ver o Spongebob.
No intervalo fomos comprar pipocas e, chegando ao balcão, pedi um menu pequeno. O funcionário pôs-me o balde das pipocas à frente e pediu-me 3,10€. Eu respondi que tinha pedido o menu e que faltava a Pepsi. Nisto o homem factura a bebida à parte e pede-me mais 2,30€. O que perfazia 5,40€ ao invés dos 4,95€ do menu que tinha pedido e que ele não ouviu ou não percebeu.
Pedi desculpa mas disse-lhe que não ia pagar mais caro por um erro que ele tinha cometido ao não ouvir o que lhe pedi. Aí começou a cena. O homem desatou-me a tratar mal - à frente das crianças ainda por cima - pôs a mão ao próprio bolso e, num ataque de fúria, disse que pagava ele, do bolso dele. Mas isto revestido de uma má educação gritante. A seguir tirou a Pepsi e espetou-a em cima do balcão com tanta força que a tampa até saltou. A minha filha assustou-se e começou a chorar.

Disse-lhe que essa não era a maneira de se tratar os clientes e ele virou-me as costas ao mesmo tempo que, entre dentes, me mandou à merda. O colega, que assistiu a tudo, veio pedir-me desculpa e perguntar de que maneira me poderia recompensar pelo sucedido. Respondi que não havia recompensação possível e que apenas queria a identificação do colega para fazer uma participação do sucedido. O rapaz, muito aflito, tentou demover-me mas, perante a minha insistência lá acabou por me dizer o nome do bronco, já que viu que eu não saía dali sem que ele mo dissesse.

Já soube com quem devo falar e mais logo volto ao centro comercial para fazer uma participação formal do sucedido.

Enquanto isso continuo a modos que incrédula e até chocada, com o episódio. Estou com uma raiva àquele filho da puta que no que depender de mim ele há de pagar bem caro pelo que fez.

A tua batata está a assar cabrão do c*ralho.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Os 12 erros mais comuns ao fazer bolos

Porque o que é bom deve ser partilhado, encontrei ESTE ARTIGO na net, que, para uma pessoa que, como eu, se encontra em dieta, é da mais vital importância :)

Passo a transcrever:

<<Recebo muitas dúvidas em relação a muitas coisas relacionadas com pastelaria, mas dúvidas sobre bolos são as mais comuns. Aqui ficam os 12 erros mais comuns que se cometem ao fazer bolos, é um post extenso mas completo sobre o que pode correr mal. Façam um cafezinho, leiam com calma e depois vão fazer bolos!


1- ERROS, ENGANOS OU SUBSTITUIÇÕES NAS RECEITAS
Acontece muitas vezes haver erros nas receitas com quantidades erradas ou a falta de algum ingrediente. Infelizmente muitas vezes só se dá por eles quando o bolo já está cozido e não há nada fazer… Sigam o vosso instinto, se acharem alguma coisa estranha na receita, procurem outra
Também muitas vezes somos nós que nos enganamos (eu mesma ainda esta semana meti um bolo no forno e só depois me lembrei que me tinha esquecido dos ovos). Para que isto não vos aconteça, uma boa dica é juntarem todos os ingredientes que vão usar para a receita e assim não só não correm o risco de se esquecerem de nenhum, mas também se certificam que não vos falta nada que a receita pede. 
Outra coisa que acontece é não se seguir a receita exatamente como está explicada e às vezes há pequenos detalhes que fazem toda a diferença. Por exemplo na foto abaixo estão 2 queques feitos com os mesmos ingredientes, mesmas quantidades e cozidos durante o mesmo tempo à mesma temperatura no forno. 


A única diferença foi a ordem em que juntei os ingredientes, o que fez com que a aparência e textura deles fosse totalmente diferente. Por isso, não ignorem os passo-a-passo das receitas.
Aqui está o link do vídeo dos Quequeshttps://www.youtube.com/watch?v=i8PuubPo-B8

2- MASSA MUITO BATIDA
Este erro é muito comum, já as nossas avós diziam que os bolos tinham de ficar bem batidos, mas na verdade não é bem assim. Quando há uma mistura de ovos e açúcar ou manteiga e açúcar, sim deve bater-se bem para haver uma boa emulsão. Mas depois de colocarmos a farinha nunca devemos bater muito, devemos só envolve-la na massa. Ao batermos muito uma massa com farinha corremos o risco de desenvolver o glúten da farinha e o bolo pode ficar mais elástico do que fofo e muitas vezes ficar com uma textura "enqueijada". Também muitas vezes uma massa demasiado batida fica com muito ar, cresce no forno e o bolo abate depois de cozido porque não tem estrutura para aguentar o seu próprio peso.

3- MASSA COM EXCESSO DE HUMIDADE
Toda a gente já ouviu que a pastelaria é química. E é mesmo! Quando a massa de um bolo é muito húmida, no forno a quantidade de farinha pode não ser suficiente para “absorver” tudo e o bolo fica com uma textura de pudim, "enqueijado" (o como se diz na minha casa, “com pé”). Também pode fazer com que um bolo abata depois de cozido, porque a massa fica mais pesada. O excesso de líquido de uma massa pode acontecer por um erro ao pesarmos a farinha (acontece muito ao fazermos receitas em chávenas), mas sobretudo em bolos que levem sumos ou purés de frutas. Por exemplo num bolo de banana, cenoura ou laranja se usarmos peças muito grandes a massa pode ficar demasiado húmida. O mesmo acontece com este bolo de castanhas que já demos a receita no canal, se o puré de castanhas ficar mais líquido em vez de espesso, o bolo corre o risco de ficar um pudim de castanhas.


Aqui está o link para o vídeo do Bolo de Castanhashttps://www.youtube.com/watch?v=hxC9v9zcywU

4- MASSA COM POUCA HUMIDADE
Da mesma maneira que um bolo pode ficar muito húmido, também uma massa pode ficar com falta de humidade. Aqui a culpa costuma ser também de erros ao pesar algum ingrediente (por exemplo excesso de farinha) ou se usarmos ovos pequenos. Se eu der uma receita com 4 ovos grandes, mas alguém a fizer com 4 ovos pequenos que em volume equivalem a 3 ovos grandes, vai fazer diferença. Estes bolos costumam ficar mais secos e com uma textura esfarelada.

5- USAR O TIPO DE FARINHA ERRADO
Outro erro tão comum como as nossas mães chamarem-se Maria. Há vários tipos de farinhas no mercado e isso pode ser uma confusão. Sem saber podemos estar a usar uma farinha de pão para fazer um bolo, o que o vai deixar menos fofo e mais elástico ou duro, pela quantidade de glúten. Outra coisa que acontece é usarmos uma farinha com fermento que seja uma quantidade desajustada à receita que estamos a fazer, o que pode fazer com que o bolo ou não cresça ou suficiente ou cresça demasiado.
Sobre este assunto temos um vídeo no canal onde explico tudo sobre os Tipos de Farinhas: https://www.youtube.com/watch?v=0yCxkBpLzoI

6- PROBLEMAS COM O FERMENTO (MUITO, POUCO OU FORA DO PRAZO)
Primeiro aspeto a ter em conta é perceber se o nosso fermente está dentro da validade, ou mesmo que esteja dentro da validade se estiver aberto há muito tempo pode não estar totalmente ativo. Comprem embalagens pequenas se não usarem muito.
Outro ponto onde muita gente falha é na quantidade de fermento. As massas não são todas iguais e diferentes tipos de massa necessitam de quantidades diferentes. Por isso usar uma farinha já com fermento pode não ser suficiente (ver ponto anterior). Da mesma maneira que colocarmos muito fermento (ou usarmos uma farinha já com fermento e ainda colocarmos a quantidade de fermento de uma receita que pede farinha normal) vai fazer com que o bolo cresça como um cogumelo e rache demasiado na superfície (isso é o fermento a tentar escapar). Uma dica é usarem colheres medidoras para medir o fermente e uniformizar.

7- USAR A FORMA ERRADA
Se usamos uma forma muito pequena é normal que a massa fique demasiado alta, provavelmente o que vai acontecer é o bolo cozer por cima e ficar cru no meio. Encham sempre as formas só até ¾ da capacidade. Se sobrar massa, façam uns queques ou cozam depois. Da mesma maneira ao usarmos uma forma muito grande para a quantidade de massa o bolo vai cozer muito mais rápido e se não estivermos atentos vai ressecar. E claro, vai ficar baixinho.


8- FORMA MAL UNTADA
No canal temos um vídeo onde explico como se devem untar as formas. Vejam aqui: https://www.youtube.com/watch?v=sTHgFX_b3ng&index=3&list=PLIi878vvABU4N464uQ0X6bnHP7S02MCl5
Mas o truque também é usar formas de qualidade, mas também margarinas/manteigas de qualidade. Porque há muitas no mercado que têm tanta água solta que ao untarmos essa água faz com que a farinha não adira em certos pontos da forma. Se juntarmos isso a uma forma de qualidade inferior, temos um bolo agarrado na certa. Portanto se se quiserem precaver, usem papel vegetal. Em relação às formas de silicone, não sou fã. Vende-se a ideia que não precisam de ser untadas, mas não é correto, a maior parte não funcionam bem e precisam sim de ser untadas. 

9- FORNO COM TEMPERATURAS DESAJUSTADAS
De todos os problemas com os bolos este é o mais difícil de perceber. Muitas vezes os nossos fornos não estão ajustados à temperatura que dizem ter. Se numa receita disser para cozer a 180ºC e colocar essa temperatura mas se no forno a temperatura real for 160ºC ou 200ºC, o bolo vai ficar diferente. Se começarem a perceber que os vossos bolos crescem e queimam-se no topo rapidamente sempre, é provável que a temperatura real seja mais elevada. Da mesma maneira se os bolos demorarem sempre a crescer e ficarem ressecados, é possível que a temperatura real do vosso forno seja inferior à que marca. Tentem conhecer os vossos fornos e façam ajustes nas temperaturas se acharem necessário.


10- FORNO MUITO QUENTE OU MUITO FRIO
Normalmente e a não ser que diga o contrário na receita, os bolos cozem-se a 180ºC. Muitas vezes o raciocínio é: vou aumentar a temperatura para o bolo cozer mais depressa, ou quando o bolo está a queimar por cima, muita gente reduz a temperatura na tentativa de resolver o problema. O ideal é manter sempre a temperatura desde o princípio ao fim, com a forma no centro do forno, a não ser que a receita refira o contrário. Se virmos que o bolo está a queimar por cima a dica é colocar uma folha de alumínio que vai impedir que o bolo continue a ganhar cor.
Muito importante também é colocar o bolo no forno já com a temperatura certa, ou seja temos de pré-aquecer o forno. Se um bolo for posto no forno frio, vai ressecar e não vai crescer. Em média para um forno desligado atingir os 180ºC deve ligar-se 15-20 minutos antes.

11- COZER DEMASIADO OU COZER DE MENOS
Já toda a gente sabe que um bolo demasiado cozido fica queimado e seco, mas também cozer um bolo por menos tempo que o devido, vai fazer com que a massa fique débil e não aguente o seu peso. É também por isso que muitos bolos abatem ao sair do forno
Em relação aos tempos de cozedura das receitas é importante não seguir relógios, mas seguir a observação. O velho e bomtruque do palito é a melhor maneira de controlar se o bolo está cozido, mas lembrem-se de verificar no centro do bolo e não só nas laterais.

12- DESENFORMAR MUITO CEDO OU MUITO TARDE
Esta é das perguntas que me fazem mais vezes: “desenformo o bolo quente ou frio”? Ora isto é um bocado polémico e há várias teorias. A minha é que depende. Grande ajuda, eu sei ;) Mas regra geral eu desenformo os bolos uns 5 minutos depois de saírem do forno.
Mas depende muito da massa: se for uma massa muito fofa, tipo pão-de-ló se desenformar muito quente a massa pode não ter estrutura para aguentar e abater. Mas se for um bolo com uma textura mais densa e sobretudo se estiver cozido no ponto não lhe vai acontecer nada se desenformarmos logo. Eu pessoalmente não gosto de deixar os bolos arrefecerem totalmente na forma porque ao arrefecer vai soltar-se vapor para as laterais e não vai formar uma casquinha ligeiramente crocante que eu gosto. Além disso ao arrefecer totalmente na forma muitas vezes vai ser mais difícil de desenformar já que a manteiga com que untámos endurece. 
A minha dica é assim que tirarem o bolo do forno abanem muito ligeiramente a forma com movimentos curtos e verticais para soltarem logo o bolo. Assim já não vai ficar agarrado. Depois esperem um pouco até ficar mais morno, coloquem um prato ou grelha pegado à forma e virem. Ou seja não atirem com o bolo para cima de um prato, correm o risco de o partir (o bolo, não o prato)!


Ah e quando acabarem de cozer um bolo, retirem logo do forno, não o deixem lá dentro porque à medida que o forno arrefece, vai ressecando o bolo.>>

TPC nas férias

Cinco dias sem escola. O quê, deixar, as crianças livres para brincarem ao Carnaval, passear, brincar, passar tempo em família? Nããã! Mas que rebaldaria! Há que mandar 3 fichas de 4 folhas cada uma para assegurar que vão estar devidamente ocupados durante estes 5 dias.

Oh pá! Não me lixem! Deixem as crianças serem crianças, caraças! Pois que assumo, sem ponta de problema, que nestes casos sou a primeira a ajudar os meus filhos a despacharem a coisa, nem que para tal tenha que praticamente lhes dizer as respostas, de modo a que aproveitem os dias para se mascararem, brincarem, passearem e fazerem tudo o que é suposto fazerem ao longo desta interrupção lectiva em vez de passarem os dias enfiados em casa a fazer fichas de trabalho. Digo-o aqui e digo-o na escola, onde não sou a única a partilhar deste ponto de vista.

Quero que sejam responsáveis com a escola, sou, aliás, a primeira pessoa a exigir-lhes isso, mas considero a sobrecarga de trabalhos de casa um perfeito disparate com o qual não compactuo. Não quero que os meus filhos sejam uns cromos dos livros, quero sim, que os meus filhos sejam, acima de tudo, crianças felizes. 

Ainda não comi o croissant

Mas tranquilizem-se que calorias não me têm faltado. Fiz um bolo demoníaco (de grande, calórico e delicioso) para o Dia dos Namorados e à conta dele tenho a certezinha absoluta que vou ganhar pelo menos 2kg. Mas são 2kg daqueles que valem cada graminha!

Mal o dito acabe recomeço a dieta. Juro que recomeço!

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Ah! Quanto ao desfile de Carnaval... cancelado por causa da chuva. O colégio vai organizar outro em versão mini nos próximos dias para minimizar a desilusão dos petizes.
Os meus Cupidos ficaram numa tristeza de dar dó, coitadinhos <3

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Ninguém me deixa comer um croissant!

Hoje ao pequeno-almoço, chego à cozinha, olho para a taça do pão e vejo que ainda há um croissant. Huhum! A vontade de comer o croissant de ontem de manhã regressou em força. Abro-o, ponho-o a torrar enquanto faço o meu leite com café. Já torrado, estou, a salivar, a barrá-lo com manteiga mesmo naquela vontade louca de lhe dar uma trinca.
Até que o meu filho entra na cozinha, olha e diz:

—Hummm... hoje também quero croissant! [ele NUNCA quer croissant mas HOJE tinha que querer!]

Olhei para o meu, agora, ex-croissant, despeço-me dele e dou-lho, já que era o último e fui fazer uma torradinha de pão normal para mim.

A sério, é muito, muito, muito injusto! Ando desde ontem para comer um croissant e não consigo, caramba! Será possível?!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Dieta à força

O mal de se criar hábitos é que no dia em que entras na pastelaria onde diariamente tomas o pequeno-almoço decidida a mandar pastar a dieta e em vez do pão de cereais e meia de leite do costume, ires a babar por um croissant misto prensado e um sumo de laranja, é que quando a senhora funcionária se dirige à tua mesa, toda sorridente, já te traz o pão nosso e o leite de todas as manhãs. Bahhh!



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Quem tem medo da sexta-feira 13?

Errr.... eu cá, medo, medo não tenho mas confesso que me sentiria mais confortável se fosse antes sexta-feira 12 ou sexta-feira 14... :D



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Temos Cupido :)








































Entretanto já comecei a fazer os fatos.
Cortar plástico é das coisas mais traiçoeiras de sempre, aquilo esgalha para todos os lados, tentei com um x-acto mas à tesoura é mais fiável. Estou agora indecisa quanto às mangas, se as faço só à largura dos braços ou as faço mais larguinhas. Se a coisa correr bem ainda viro estilista! :D

Ah!

Entretanto Wolverine, esqueçam. Não existe em lado nenhum, corri tudoooo, supermercados, Corte Inglés, Kid to Kid, chineses, Disney, lojas de rua, tive que aguentar uma fila medonha para sequer conseguir entrar na (loja) Mascarilha, fora a confusão gigantesca lá dentro, para sair de lá de mãos a abanar, que é como quem diz, com um fato do Batman.

Logo, quando o for buscar, vamos lanchar a uma pastelaria, vou deixá-lo comer uma fatia de bolo brigadeiro e, depois de amansar a fera, dar-lhe-ei então a terrível notícia.

Só espero não lhe provocar um trauma de infância irreversível! :p

E eu que nunca dei uma para caixa em trabalhos manuais

Tenho agora que me desenrascar a fazer os fatos de carnaval para o desfile do colégio, a partir de um saco de plástico gigante.

Passaram-me os sacos para as mãos e disseram: isto é para fazer os fatos, o tema é o Amor. Assim, só! Sem amor nenhum ao próximo, neste caso a mim, que fiquei ali a modos que em pânico a pensar que os meus filhos iam ser uns grandes infelizes com os fatos mais feios e mal feitos de todos.

Depois de muito pensar lá me decidi pelo Cupido, fatos iguais que é para não me meter num sarilho ainda maior.
Hoje tratei de me abastecer de enfeites, já tenho perucas, arcos e flechas, asas e auréolas de anjo. Só falta mesmo o pior, fazer os fatos! Aiiii... espero conseguir que saia dali alguma coisa de jeito.

Metem-me em cada uma... ainda por cima só deram um saco por criança! E se eu me engano, caraças?

Acho que era capaz de pagar para que alguém me tratasse disto

Um dia destes tenho que tirar para aí umas duas ou três horas só para me dedicar a cancelar as centenas de subscrições de newsletters que diariamente me aterram na caixa de entrada do email.
Não me lembro de ter subscrito mais de metade e a verdade é que mal me dou conta delas as mando para o lixo no mesmo minuto pelo que o ideal seria sequer as receber.

O pior é que ando, seguramente, há alguns dois anos a dizer que tenho que fazer isto mas vou adiando, adiando, adiando e nunca chega o dia de pôr mãos à obra, só de pensar nisso fico cansada, fazer o quê? Além de que há todo um mundo de coisas tão mais interessantes para fazer...




quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

8 dicas para acabar com os soluços num segundo

Há minutos tive um ataque de soluços.

Já em desespero de causa decidi googlar por soluções. E encontrei ESTA PÁGINA que refere 7+1* formas de se acabar com os fdp dos soluços.

Eu testei a 5 e não é que os malditos pararam no mesmíssimo segundo?!?!
Incrível! Quando é que eu poderia imaginar que os soluços passavam com uma simples careta com a língua de fora? Há coisas do caraças!



*7+1 porque a oitava tem muito que se lhe diga. Eu cá, muito sinceramente, prefiro os soluços à massagem anal mas, cada um sabe de si, não é?

Das dúvidas altamente pertinentes

Lido num grupo de mães no Facebook:

"Preciso da vossa opinião:

Ora eu queria mesmo muito ir ver o filme as 50 Sombras de G
rey 
 mas não vou pois não a vida não está para gastar dinheiro em cinemas. Um amigo meu soube que já não vou e convidou-me para ir com ele! 


Ora sendo o género de filme que é acho que é melhor não ir mas isto será a minha timidez a falar ou estou mesmo correcta? Estou tão dividida... 

E sendo eu comprometida, é mau aceitar ir com um amigo?"




Eu cá não vejo problema algum, vocês veem?
Claro que o rapaz a convidou com a melhor das intenções e o marido/namorado com certeza que não se vai opor a que a mulher vá ao cinema ver um filmezito com um amigo. O único perigo que aqui vislumbro é o de queda, pois, segundo ouvi dizer, prevê-se que o chão dos cinemas vá estar algo escorregadio. :D 

Santo Marido frita a pipoca

Perguntei-lhe se queria vir para casa adiantar o jantar enquanto eu ia procurar o último fato de Carnaval que nos falta, neste caso do Wolverine, e ele disse que não, preferia ir ele.

Já correu meia cidade, já entrou em não sei quantas lojas e nada de fato. Dizia-me ele agora ao telefone que nem nos seus piores pesadelos poderia imaginar o histerismo e os atropelos à volta dos fatos de Carnaval. Ah, pois é, meu menino, quiseste ir tu, agora não te queixes.

E não te atrevas a chegar a casa sem o fato do Wolverine ou com um do Batman só porque os achaste parecidos, como te acontece sempre que vais ao supermercado.
É que eu até te posso perdoar que me tragas Sonasol em vez de Cif, já o nosso pimentinha, não sei se será assim tão compreensivo... aparece cá sem isso que tens sermão e missa cantada!

Enquanto isso vou continuar, calmamente, a fazer o jantar :D

Não sei se macabro será o termo

Mas estar a ver a Fox Life e de repente me aparecer uma rubrica protagonizada por uma amiga que morreu recentemente é coisa para me deixar verdadeiramente incomodada... :(

A Branca de Neve depois de ter visto As 50 Sombras de Grey



A exterminadora implacável

Pois que graças à Isotretinoína os meus lábios foram secando e gretando cada dia mais, até que chegaram a um ponto lastimável. em que, por qualquer coisa, sangravam.

Se, de início, o 8 Hour da Elizabeth Arden (que cheira e sabe horrivelmente mal porém é conhecido por ser a última coca-cola do deserto no universo dos batons hidratantes) era suficiente para ir mantendo a coisa minimamente equilibrada, ao longo da última semana a coisa descambou completamente.

Caiu-me a ficha quando uma amiga me disse que a continuar assim qualquer dia eu SEQUER IRIA CONSEGUIR COMER!!! Ui! Alerta geral! Tudo menos isso! Pior ainda quando me pus a pesquisar e encontrei casos de pessoas que se viram, de facto, obrigadas a interromper o tratamento para que os lábios deixassem de gretar/sangrar porque comer já se tinha tornado demasiado doloroso.

Surgiu-me então, assim caídinha do céu, a sugestão do hidratante da Sisley. Que me garantiram valer cada cêntimo dos 45 escandalosos euros que custa. Comprei já que, da maneira que estava não dava para continuar, especialmente agora com uma ameaça destas a pairar sobre a minha cabeça.

E, bendita hora que o fiz porque este pequeno boião fez realmente a diferença. Claro que tenho que aplicar isto para aí de meia em meia hora de maneira a andar sempre completamente besuntada mas pelo menos as gretas já se foram. Continuam a descamar (muito) mas pronto, não se pode ter tudo.

Ah! E é um verdadeiro 2 em 1: pomos o dedo lá dentro, passamos nos lábios e usamos o excedente para hidratar as cutículas, não é perfeito? (Não sei por que raio não fizeram isto em stick mas tudo bem, eles lá terão as suas razões)



Evidentemente que não ganho nada com isto mas se esta dica puder ajudar alguém em desespero, já valeu a pena estar aqui a escrever este testamento :)

A janela do meu quarto

Através da janela do meu quarto vejo a cidade.
Não é uma janela comum, é enorme e vai até ao chão, o que me permite usufruir de uma vista privilegiada.

Adoro acordar, olhar para o lado e ver, lá fora, a cidade que mal amanheceu e já se encontra em pleno movimento. As pessoas apressadas de um lado para o outro, umas entram na farmácia, outras saem dos cafés. As crianças de mãos dadas com as mães, os autocarros cheios de gente, os carros nos vários sentidos, uns nos semáforos, outros nas rotundas. Movimento. E eu ali, ainda deitada no quentinho.

Amo o contraste da quietude do meu quarto com o burburinho lá fora, transmite-me uma espécie de paz ver que a vida corre como tem que correr, indiferente a tudo e todos, que tudo está certo e que, aconteça o que acontecer, o mundo lá fora não pára.

Todas as manhãs fico nisto uns minutos, até que as horas me obrigam a saltar para a minha realidade, que se passa a contra-relógio, entre duche, papas, cereais, vestir e pentear as crianças, apertar botões e atacadores em série e, finalmente, tratar de mim. Nos dias bons não há birras, nem atrasos, nem esquecimentos. Nos maus, bom, nem queiram saber. São berros dos filhos, berros da mãe, as meias ou os sapatos que têm "uma coisa", a roupa que "está torta" ou uma etiqueta que deu para incomodar de tal maneira que provoca uma birra, isto quando não querem acabar de ver os desenhos animados que os deixo a ver enquanto me arranjo. Nesses dias quando chego a sair de casa, juro que até penso que é mentira.

As minhas manhãs, tal como imagino que sejam as manhãs da maioria das mães deste mundo, são esgotantes, antes das nove já eu estou exausta, pelo que aqueles minutinhos de terapia matinal sabem-me pela vida.

Bom dia! :)

Imagem retirada da net

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Cartão do Cidadão

Hoje fui renovar o Cartão do Cidadão.
Maquilhei-me comme il faut, escolhi roupa e acessórios a preceito, ensaiei caras e bocas, tudo para ver se na foto deste cartão ficava com menos ar de assassina em série e, consequentemente, deixava de morrer de vergonha sempre que tinha que apresentar o dito em algum lado.

Cheguei lá, tirei a primeira foto - ar de cocaínada a ressacar. Segunda foto: ali a oscilar entre cara de enterro e presidiária. Terceira foto: Autêntica zombie. Chega! Siga, tal como está! O que significa, horrível. Medonho. Mil vezes pior que a anterior. Aquilo que lá está não sou eu!

A sério, mas quem foi o camelo que aboliu as maravilhosas fotos tipo passe nas quais ficávamos sempre lindas e maravilhosas, com ar de divas de cinema, quando comparadas com esta merda de máquina fotográfica a que agora nos sujeitam?


Meet Dexter

A propósito DESTE POST da Uva Passa, e a fim de contrariar as teorias de que todos os animais são uns amores, queridos, lindos, fofinhos, inofensivos e mimimi, venho apresentar-vos (tremam!) o felino cá de casa: Dexter.

Pois que o Dexter chegou cá bebezinho de 2 meses, lindo, fofinho, inofensivo, minúsculo, assustado, tímido, enfim, uma coisa tão linda e tão boa que só apetecia estrafegar. Foi a loucura! Não havia dia sem chatices para ver quem ficava com ele mais um bocadinho, um verdadeiro mimado.

Mas o Dexter cresceu. E continua fofinho, lindo e, sobretudo mimado. Mas já não é inofensivo, nem assustado e muito menos tímido. Está mais para o endiabrado que outra coisa. Resmunga connosco se algo não está do seu agrado! Por outro lado, sempre que temos visitas o sonso de merda comporta-se exemplarmente, a sério, ninguém acredita quando eu digo a peste que ele é! É impressionante, parece que faz de propósito.

Já perdi a conta às travessuras que o bichano aprontou, às coisas que ele partiu, às coisas que ele estragou, à [nossa] comida que ele, sorrateiramente, comeu. Às mordidelas que nos deu! Assim como já perdi a conta às vezes que me desesperei e que jurei que era desta que lhe punha as malas à porta ou o dava para adopção! Mas, mesmo sendo este diabinho em forma de gato, que até pesadelos já me provocou, continuamos a gostar dele. Os miúdos então são LOUCOS por ele e passam a vida a tentar encobrir os delitos por ele cometidos. O sacana conquistou-nos mesmo!

A Uva disse-me que, às tantas, ele era a reencarnação de algum ex e, acreditem, eu cá não duvido nadinha! :D





Considerações da mais elevada pertinência à uma e doze da manhã

- pão-de-ló recheado com doce de ovos moles, congelado há três meses, descongelado no microondas, fica i-g-u-a-l-z-i-n-h-o ao dia em que foi feito.

- pão-de-ló recheado com doce de ovos moles, congelado há três meses, descongelado no microondas e consumido de imediato, faz uma limpeza intestinal mais eficaz que uma caixa de Dulcolax tomada de uma vez só.



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[sim, eu sei que estou a fazer dieta, mas estava mesmo, mesmo, mesmo necessitada de um docinho e, assimcomassim, os poucos minutos que cá ficou dentro não hão de ter provocado grande estrago.]

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Que dia, senhores!

Começou às 4 da manhã com Santo Marido a sair de casa para o aeroporto, depois só consegui adormecer por voltas das 6 para acordar uma hora depois com uma camadão de sono daqui à Nova Zelândia.

Não parei um (UM) segundinho o dia inteiro mas hoje aconteceu algo diferente, especial até, que me fez acreditar no karma - tirei tiket no parquímetro para 2 horas para ir à Loja do Cidadão, acabei por demorar menos que 15 minutos e quando voltei decidi colocar o talão na máquina para alguém que precisasse. Umas voltas mais tarde, quando ia tirar outro ticket, não é que encontrei também na máquina um ainda válido para mais de meia-hora? Não deu mesmo para conter o sorriso e pensar na coincidência que me tinha acabado de acontecer =)

Miúdos a sair às 16:30 e voei para o colégio porque eles adoram que a mamã os espere na porta das salas, que são lado a lado, para serem os primeiros a ir embora, com muito mimo à mistura porque, afinal de contas, já não me veem há uma eternidade. :) Não me perguntem porquê mas isto é algo que lhes oferece, de facto, uma enorme felicidade. Então, sempre que possível, lá estou à espera dos meus amores.

Paragem no Pingo Doce e casa. Sentei-me, exausta, no sofá por "uns minutinhos" e acordei mais de 3 horas depois, com Santo Marido, que chegou da viagem-relâmpago a Paris e eu nem ouvi, a chamar-me para ir para a mesa porque o peixinho já estava assado. Percebem agora porque é que lhe perdoo tantas distracções? Este homem, além de lindo, vale oiro! Oiro!

domingo, 8 de fevereiro de 2015

De boas intenções está o Tallon cheio #3

Tinha ali 5 claras.
Guardei-as para fazer uma omelete light?
Não. Fiz uma pavlova. 

As evidências já não são o que eram

"O que aconteceu foi que o presidente tropeçou no carpete sobre os degraus de uma escada ao descer de uma plataforma, mas é evidente que ele conseguiu por si mesmo evitar a queda", disse o ministro da Informação do país, Johnathan Moyo, ao jornal estatal "Herald". 

Absolutamente evidente.

 A sério, mas qual terá sido a ideia de negar o inegável?

Agora, olha, aguentem-se à bomboca ahahahahahahahah




















 



O que o safa é ser giro e bom cozinheiro

Com um filho febril, o Domingo é passado em casa. Nisto, Santo Marido tem uma excelente ideia:

Ele: E se escolhesses um filmezinho para vermos juntos?
Eu: Boa. (E ponho-me à procura do filme ideal)
Eu: Boyhood, que andamos há que tempos para ver?
Ele: Sim, parece-me bem.

O filme começa e pergunto-lhe:
— Está bom assim ou queres que ponha mais alto?
— ZzzzzzZZZZZzzzzzzzzZZZZzzzzzzz

E é isto. A minha vida é isto. 

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Ele prometeu que de ontem não passava


E não passou. 

(Não sei se ria, se chore)

Xô tentação

Ontem à noite reuni umas amigas aqui em casa para uma demonstração da nova Bimby. A agente que me vendeu a minha há uns anos, e que entretanto se tornou amiga, andava há que tempos a oferecer-se e, prontoS, foi ontem. Só vos digo que de repente dei por mim a olhar para a minha Bimby como se estivesse a olhar para um Datsun de 1978. Oh pá.... a nova é tão linda, tão silenciosa, tão estável, tão automática, tão moderna, tão grande, tão tudo... queeeeeroooooooooo!!!

Os cozinhados per si, não me deslumbraram porque, na prática, esta faz exactamente as mesmas coisas que a minha, pelo que a limonada, o sorvete de fruta, a tarte de maçã com massa quebrada feita num minuto ou o (delicioso) bacalhau com espinafres, não foram novidade para mim. MAS, tal como num coração de mãe há sempre lugar para acolher mais um filho que nasça, na minha cozinha também há espaço para duas Bimbys, a vintage e a nova, coabitarem alegremente.

Comprar uma agora está fora de cogitação e quando ela me acenou com a possibilidade de me tornar vendedora para ganhar uma, tenho a certeza que as minhas pupilas deram lugar a duas grandes estrelas douradas!
Diz ela que se nos inscrevermos, basta vendermos 6 para que a nossa esteja paga. Ai, não sei, não! Se por um lado acho que não tenho o menor jeitinho para a área comercial, por outro, o produto é francamente bom e vendável, pelo que não me parece que 6 vendas sejam algo assim tãããão complicado de se alcançar.

Decisions, decisions...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Já paravas de tremer, Lado B




Post perceptível apenas por quem tenha nascido antes de 1985




Ontem em conversa com Santo Marido falei-lhe das inúmeras viagens de comboio que fiz em miúda, acompanhada da minha querida avó e da minha irmã, entre Lisboa e Coimbra. Viagens que, na altura, obrigavam a trocas de linha, umas vezes no Entroncamento, outras na Pampilhosa e que duravam horas e horas. 
Isto quando, por algum motivo, o comboio não parava no meio do nada, e por ali ficava o tempo necessário (às vezes horas) até que se pudesse seguir viagem. 
Claro que a minha avó, mulher prevenida, levava sempre farnel (como eu adorava aqueles farnéis!) e, não raras vezes, ajudou a matar a fome a passageiros mais incautos que achavam que farnel era coisa de matarruanos parolos. Era, era, quando o comboio parava e a fome atacava, aqueles pastelinhos de bacalhau sabiam que nem ginjas! =) 

As recordações destas viagens são das mais doces que guardo da minha infância, não só pela animação que era andar de comboio, mas também porque significavam férias e longos dias (ou semanas e às vezes meses, que na minha altura as férias grandes eram mesmo grandes!) de pura felicidade em casa da avó, com os primos todos e os miminhos insubstituíveis que ela nos dava. 

Amava aqueles comboios cujas carruagens eram divididas por compartimentos, tipo salinhas, com uma porta de correr em vidro que dava para o corredor. Já devem ter desaparecido há alguns 20-25 anos... 
Pois que lhos descrevi detalhadamente mas o grande sonso diz que não se lembra, que, ou nunca andou ou então que eu sonhei! Olha-me este!

Atirei-me ao Google à procura dos benditos comboios, desvirei a internet e não encontrei uma única referência aos mesmos. Nem no site da CP, nada, nicles! Que tristeza!

O máximo que encontrei foram estas imagens, que sequer correspondem a comboios portugueses mas que, pelo menos, já servem para lhe mostrar quem é que anda aqui sonhar. 



Sonho sim, mas com ele a pôr a lâmpada da casa-de-banho que continua à média luz. 

Ahahahahahahah

Se acham as vossas manhãs cruéis e geladas, cliquem AQUI e vejam se não há quem comece o dia de maneira muito, mas muito pior!

[bom dia!]

Eu não tenho culpa, estas coisas é que vêm ter comigo!

Eu juro que não quero ser má-língua mas que posso eu fazer se estou sossegadinha a fazer a minha ronda facebookeana e dou de caras com esta imagem? 

Como ignorar este anúncio fantástico, estes maravilhosos pés peludos com calos nos dedos mindinhos e as unhas delicadamente pintadas? Como, senhores? 


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

A melhor surpresa do dia

Fazer login no Wareztuga e ver que tinha lá, prontinho, à minha espera, um novo episódio da minha Anatomia de Grey.

Para uma viciada como eu, que andava a ressacar há mais de 2 meses, foi mesmo uma surpresa do catano!

E o melhor? Amanhã já sai o próximo!

Crise matrimonial à vista

Santo Marido, não anda a cumprir com os seus deveres conjugais.

Esta lâmpada está fundida vai para uma semana, não se troca sozinha e é, indiscutivelmente, o tipo de dever que lhe compete.

É que estou farta de ter a casa de banho quase às escuras, uma pessoa nem consegue ler uma revista na hora H ou maquilhar-se devidamente!

Já lhe pedi para cima de 30 vezes para comprar a bendita lâmpada e tratar do assunto mas todos os dias  o homem se esquece. Caramba, que paciência tem limites e, como se sabe - e ele sabe-o melhor que ninguém - eu sou uma pessoa que sofre dos nervos.

Não sei não, mas acho que hoje alguém vai dormir no sofá. E não sou eu.


A blogosfera é um lugar estranho

A piada que eu acho quando uma blogger não publica um comentário, identificado e escrito com educação, como é meu apanágio, só porque não tem argumentos para o rebater.

Confesso que me surpreendeu, uma vez que tenho plena noção que o mesmo não era, de todo, ofensivo ou mal-intencionado, nem o assunto, sequer, melindroso.

Ainda para mais num blog cuja autora  é conhecida por ter sempre resposta para tudo, que dê lá por onde der, tem sempre que mostrar que fica por cima. Faz parte da imagem blogosférica que construiu.

Quando não tem resposta ou não pode mostrar que fica por cima, simples, não publica, que isto, parecendo que não, não são só blogs e há toda uma reputação a manter =)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Opá isto é SÓ espectacular

É só colocar a nossa data de nascimento e viajar pelas músicas da nossa vida. E o mais incrível é que bate tudo certinho!

Amei, amei, amei!

Obrigada Retrojam!

www.retroj.am

O que importa é que a malta se entenda

Entre ontem e hoje estive envolvida em duas conversas, com diferentes intervenientes, nas quais se passou o seguinte:

- Uma dizia méstrado, a outra mestrado.
- O mesmo com Ikeá ao que a outra respondia com Ikeia.

Horas mais tarde, vi-me no mesmo filme mas com uma a dizer intoccicação e a outra, intoxicação.

Isto, parecendo que não, na prática, é estranho, muito estranho.

De boas intenções está o Tallon cheio #2

No Sábado pus-me a fazer doce de abóbora com amêndoa. Para que conste, eu sou LOUCA por doce de abóbora com amêndoa! 

Estou a fazer dieta e, em vez de fugir de doces a 7 pés, ainda me dou ao trabalho de passar uma tarde inteira a fazê-los. 

O pior? O pior é que me saboto com desculpas esfarrapadas que vendo descaradamente a mim própria, qual vendedor de sonhos:

- que tinha ali a abóbora a estragar-se (como se não a pudesse congelar para fazer sopa, por exemplo);
- que fiz o doce com açúcar amarelo que não é tão nocivo quanto o seu congénere branco (como se isso o tornasse em algo indicado para consumir quando se quer perder 10 quilos);
- que era para guardar e ir consumindo ao longo de meses;
- que me iria controlar e comer tipo uma colherzinha de quando em vez;
- que ofereceria os frascos quase todos a familiares e amigos (sim, ofereci UM frasco à minha irmã);

Enfim, todo um rol de desculpas para encher a cozinha com mais uma gordice.

E hoje, que acordei com uma fome descomunal, comi não um, mas DOIS pãezinhos com doce.
Com a desculpa (mais uma vez, esfarrapada) que o Tallon me disse para só me controlar a sério a partir da hora do lanche, como se isso me desse permissão para morfar dois pães com doce ao pequenp-almoço!

Eu não tenho mesmo emenda possível. A sério que não. 

Se dúvidas houvesse


Night, night! 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

(...)

Porque não existe nada que se possa dizer perante um cenário destes.





Tardou mas chegou - finalmente - o dia


Em que me libertei, com todas as letras, de uma amizade que me fazia mal. Que estava imersa em más energias. Que me sugava a boa-disposição até ao tutano. 

Que me sirva de lição, ao menor sinal:
- pessoas com tendências obsessivas, controladoras, doentias - longe!
- cobradores de amizade - muito, muito longe!
- pessoas que não respeitem a minha individualidade - noutra galáxia!

Sem medos, porque permitir que uma pessoa assim entre nas nossas vidas pode trazer resultados catastróficos ao nosso equilíbrio. 

Livre! Finalmente L-I-V-R-E! 




















e por último: